Universitários perdem provas após problema mecânico em micro-ônibus

Universitários perdem provas após problema mecânico em micro-ônibus

Sete estudantes universitários de Mirandópolis da Unifai (Centro Universitário de Adamantina) que estavam a caminho da faculdade perderem provas marcadas para esta quarta-feira (27) por conta de problema mecânico no micro-ônibus que os levavam. Uma das alunas chegou a publicar no Facebook o ocorrido e afirmou que o problema seria a falta de combustível. A empresa contesta a informação (leia abaixo).

Mais de 200 perfis reagiram à publicação. O prefeito Everton Sodario (PSL) foi marcado no post e respondeu dizendo que iria tomar providências.

“Faço questão de ir pessoalmente na empresa essa semana conversar. O que aconteceu é inadmissível”, disse o Chefe do Executivo. Parte da mensalidade paga pelos alunos é custeada pela Prefeitura. Cabe ao Município também fiscalizar as condições dos veículos.

Segundo relatos de estudantes, o problema teria iniciado ainda na cidade, quando o motorista teria percebido que o ponteiro que marca o combustível não estava normal. Ao consultar o responsável pelo abastecimento da frota, ele afirmou que o veículo tinha condições de seguir viagem.

Entretanto, por volta das 18h40, poucos metros à frente da penitenciária de Pacaembu, o veículo parou. Responsável pelo abastecimento afirmou que uma pessoa iria levar o combustível, mas até às 20h ninguém havia aparecido. Os alunos, então, ligaram para a polícia e registraram boletim de ocorrência contra a empresa. Minutos depois um ônibus de Mirandópolis chegou ao local para socorrer os alunos.

Os estudantes chegaram na faculdade por volta das 20h40, mas não foram autorizados a realizar as provas.

BOMBA INJETORA

A reportagem entrou em contato com a empresa Guimatur, que contestou a informação. Segundo a empresa, o veículo estava abastecido e o problema teria ocorrido na bomba injetora, dispositivo que bombeia diesel nos cilindros de um motor a diesel.

Ainda conforme a empresa, ela se comprometeu a pagar a segunda chamada das provas, ao custo de R$ 25 por aluno, e a leva-los sem cobrar pela viagem, já que o último dia do transporte universitário termina nesta sexta-feira (29).