Falta de castração em cães e gatos compromete futuro da ONG Pelotão Animal

Falta de castração em cães e gatos compromete futuro da ONG Pelotão Animal

A falta de castração em cães e gatos que deveria ser realizada pela prefeitura por meio do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) está prejudicando os trabalhos e comprometendo o futuro da ONG Pelotão Animal.

O serviço está paralisado desde o início de janeiro e, segundo a organização, não está sendo feito por conta da ausência de anestésico e materiais em geral, necessários para o procedimento cirúrgico.

“A falta de castração prejudica demasiadamente o trabalho da ONG em virtude dos frequentes abandonos em nossa cidade. Fato este que culmina no crescimento populacional desregrado”, alega a presidente da organização, Fabiana Lima Pereira.

A quantidade de animais que aguardam pela cirurgia ultrapassa 150, entre os adotados, os abandonados nas ruas e os que pertencem a famílias de baixa renda. Ainda conforme Fabiana, a ausência desse serviço de saúde pública reflete diretamente no futuro da ONG.

“Não temos estrutura física e financeira para resgatar, sem contar o cansaço físico dos poucos membros que se dedicam a ajudar os abandonados”, afirma a presidente, que admite que se não restabelecer “pode ocasionar a suspensão dos trabalhos”.

OUTRO LADO

Procurada, a diretora de Saúde da prefeitura, Kathia Zogbi, informou que o serviço está parado devido à reforma que está sendo realizada no CCZ e também por conta do aguardo de uma licitação para a aquisição de instrumentos.

A diretora de Saúde garantiu que os trabalhos serão normalizados a partir de março e que será feito um mutirão em parceria com faculdades veterinárias para solucionar a demanda.

Kathia disse que ocorreu uma reunião com o Pelotão recentemente para tratar do tema junto com o prefeito Everton Sodario (PSL), mas ela não pôde comparecer devido a outros compromissos, e mandou representante.

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