CRÔNICA: Mais livros, mais livros e mais livros

CRÔNICA: Mais livros, mais livros e mais livros

Livros são mais vantajosos que armas em muitos sentidos, até porque a arma só tem uma utilidade e, utilidade essa que pode ser muito bem cumprida por livros. Imagine uma enciclopédia Barsa caindo do terceiro andar de um prédio (acidentalmente) na cabeça de alguém que caminha alegremente pela calçada, com certeza seria fatal.


Provado que livros são extremamente melhores que armas, cumprindo a única função da mesma e ainda apresentando diversas outras vantagens e utilidades, citarei algumas dessas vantagens, como por exemplo:


1- O pé da sua mesa quebrou? Com a quantidade correta de páginas, você pode solucionar facilmente esse problema.

2- Está com dor nas costas e sem dinheiro pra comprar um suporte para o notebook? Nada que aquela coletânea empoeirada de Harry Potter não resolva.

3- Quer lidar melhor com os problemas do dia a dia, criar um senso crítico e não cair em promessas rasas de políticos demagogos? Livros!!!

PS: Para as opções um e dois, o gênero autoajuda é extremamente recomendado, pois é a única forma desses livros ajudarem alguém além de
seus próprios autores.


Seguindo com a opção três, um dos inúmeros exemplos da importância da leitura é conhecer o nosso passado, a fim de manter a história “viva” e não cometer erros já cometidos outrora. Por exemplo, estudar sobre a ditadura é fundamental para ninguém cometer a insanidade que é defendê-la em pleno 2020. Cicatrizes servem para não nos machucarmos da mesma forma.


Um bom exemplo disso é o Memorial do Holocausto em Berlim, que relembra os milhões de Judeus mortos pelos nazistas e, já que a Alemanha foi citada, tenho certeza absoluta que, se o Memorial do 7×1 tivesse sido criado, com uma estátua do David Luiz chorando, reprise dos gols em telões, crianças no estádio aos prantos e, no som ambiente, Galvão narrando, “Lá vem eles de novo, lá vem eles de novo, que absurdo…”, “Lá vem mais, lá vem mais, virou passeio”, “o maior vexame brasileiro em todos esses 84 anos”, com certeza não seria essa tristeza ligar a TV todo domingo.


Sim, você entendeu certo, “pegar em armas” é (re)contratar o Dunga pós 7×1, impossível não dar errado. Enfim, boa LEITURA!

Por Lucas Rafael de Castro Bettone, Bacharel em Ciências do Esporte e Especialização em Futsal: Teoria e Metodologia do Treinamento