‘Não somos apenas o corpo que vemos e tocamos’, afirma Ana Lígia Antunes Mansan, terapeuta integrativa
Foto: Arquivo Pessoal / Ana Lígia
Nascida e criada em Mirandópolis, Ana Lígia Antunes Mansan, de 60 anos, encontrou nas terapias integrativas o caminho profissional que buscava. Depois de passar por diferentes estudos e morar em Campo Grande (MS), conheceu práticas como Reiki, Cura Prânica e Essências Florais. De volta à cidade, aprofundou seus conhecimentos e, em 2020, conheceu a Tameana. Hoje, Ana Lígia trabalha com terapias integrativas e compartilha seus conhecimentos sobre espiritualidade e autoconhecimento. Casada há 37 anos com Reginaldo Ângelo Mansan e mãe de João Pedro e Filipa, acredita que o amor e o autoconhecimento ajudam a transformar a forma como enxergamos a vida.
Como foi sua infância?
Minha infância foi muito boa. Tenho dois irmãos mais novos, com apenas um ano de diferença entre nós, e crescemos muito unidos. Minha adolescência também foi em Mirandópolis. Sempre tive uma família muito presente e acredito que tudo isso contribuiu para a pessoa que me tornei.
Você sempre soube o que queria fazer profissionalmente?
Estudei piano por vontade dos meus pais e também comecei o Magistério, mas não concluí. Depois quis estudar Computação em Andradina, mas disseram à minha mãe que aquilo não era coisa de menina. Voltei para Mirandópolis e concluí Contabilidade, mas ainda não havia encontrado uma profissão que realmente me encantasse.
Quando as terapias entraram na sua vida?
Eu já tinha meus dois filhos quando morávamos em Campo Grande. Lá conheci a terapeuta Eline, que trabalhava com Cura Prânica e Essências Florais. Minha mãe me levou até ela e foi quando descobri que também queria ser terapeuta integrativa.
Como começou sua formação nessa área?
Quando voltamos para Mirandópolis, comecei a buscar conhecimento. Dona Araci, amiga da minha mãe, me iniciou no Reiki em retribuição a um bem que minha avó havia feito à família dela. Depois, fiz cursos de Cura Prânica em Americana e estudei Essências Florais em Minas Gerais.

A espiritualidade também esteve presente?
Sempre esteve presente. Aprendi com minha mãe sobre autocuidado e a relação com a natureza e frequentei casas espíritas por muitos anos. Meu tio Valmir Antunes foi uma referência, assim como Sebastião Camargo, de Três Lagoas, que ampliou minha visão sobre o ser humano.
Quando conheceu a Tameana?
Foi em 2020, por meio da facilitadora Ana Martins. Quando ouvi o nome Tameana pela primeira vez, algo dentro de mim ressoou. Fiz o curso e, no ano seguinte, conheci Juan Manuel Giordano, argentino ligado à criação da técnica. A Tameana utiliza geometria sagrada, cristais de quartzo, símbolos, água e fogo em práticas vibracionais. Durante a pandemia, também criei um grupo online gratuito com uma prática chamada Puja.
Como funcionam os atendimentos?
Os atendimentos com Tameana e Magical Energy Unificacion podem ser realizados à distância, desde que a pessoa dê permissão para receber. Já atendi uma cliente que estava na França e tive um retorno muito especial. Para mim, o nome e a data de nascimento funcionam como uma espécie de endereço energético da pessoa.

O que as pessoas buscam quando procuram você?
As pessoas chegam buscando ajuda, acolhimento e direcionamento. Procuro mostrar que também temos responsabilidade sobre nossos sentimentos, pensamentos, ações e emoções. Não é uma massagem, como algumas pessoas pensam. É um trabalho energético e vibracional. Acredito que precisamos reconhecer aquilo que podemos mudar em nós mesmos.
Que mensagem deixa para os leitores?
Acredito que o amor e o autoconhecimento são a base para nossa existência. Meu desejo é que cada vez mais pessoas reconheçam a importância que têm sobre seus sentimentos, pensamentos, ações e emoções. Que possamos perceber que estamos todos interligados. Quero continuar compartilhando o que aprendi e contribuir para que as pessoas olhem mais para si mesmas.

