Ocorrências da Semana têm golpe via WhatsApp, furto no SAAEM, loja fechada e conta invadida

Ocorrências da Semana têm golpe via WhatsApp, furto no SAAEM, loja fechada e conta invadida

GOLPE PELO WHATSAPP

Um homem de 56 anos compareceu ao plantão policial de Mirandópolis informando que foi vítima de um golpe. No boletim de ocorrência consta que ele havia recebido uma mensagem pelo WhatsApp de alguém se passando pelo Instituto Nacional de Segurança Social e solicitando seu recadastramento de prova de vida. Por realmente acreditar que fosse o INSS, o senhor forneceu seus documentos pessoais, bem como uma foto de seu rosto para reconhecimento biométrico. Após isso, recebeu uma ligação com voz robotizada solicitando um empréstimo no valor de R$1.900, para que seu limite “voltasse ao normal”. Ele o fez e reenviou o valor pedido para outra conta bancária por meio de PIX. Horas depois do ocorrido, se deu conta que podia ter caído em um golpe.

FURTOS NO SAAEM

No final do mês de julho, representantes do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Mirandópolis (SAAEM) registraram um boletim de ocorrência relatando o furto de um dosador de cloro. O fato ocorreu na casa de dosagem na Segunda Aliança e o prejuízo foi avaliado em R$1.250. No local não há câmeras de segurança. Além deste furto, um celular também foi subtraído, mas dessa vez na sede do SAAEM. Os envolvidos teriam quebrado uma janela da sala de leitura e, através da mesma, chegado até o aparelho. Ele é usado para fazer e leitura do consumo de água e não possui chip. Outra janela também foi quebrada, mas nada foi levado. No local há câmeras de segurança e ainda não se sabe de quem foi a autoria.

LOJA FECHADA

No último dia 26 de julho, uma mulher de 33 anos, gerente de uma loja de eletrodomésticos, esteve no plantão policial de Mirandópolis para realizar boletim de ocorrência contra o estabelecimento no qual era funcionária. Ela relata as inadimplências cometidas pela loja que, encerrou suas atividades no início do mês passado e que foi demitida junto ao quadro de funcionários. Segundo a mulher, a rescisão havia sido emitida no dia 11 de julho, tendo até o dia 21 como prazo para ser indenizada. Antes do fim do prazo foi procurada pela advogada da empresa que, por sua vez, ofereceu um acordo no valor de R$1.350 à vista e mais 15 parcelas do saldo restante. Ela e nenhum dos outros ex-funcionários assinaram o acordo sob orientação dos órgãos competentes. Em seguida, a empresa realizou um depósito bancário no valor referido na conta de cada um dos funcionários, alegando que a mesma não poderia cumprir com suas obrigações de outra forma. Se sentido coagida, a ex-gerente, assim como os colegas de trabalho, procurou um defensor que a orientou a não assinar nenhum documento e realizar o boletim de ocorrência.

CONTA INVADIDA

Uma senhora de 58 anos, realizou um boletim de ocorrem para relatar que seu perfil no Instagram foi invadido e tirado de seu domínio. Ainda informou que o perfil passou a anunciar a venda de eletrodoméstico e a pedir dinheiro para seus contatos. Felizmente ninguém sofreu qualquer dano. No boletim consta que ela realizou uma viagem para o Maceió no mês de junho e que no mês seguinte recebeu uma solicitação do hotel no qual ficou hospedada para ser seguida na rede social. Após isso, recebeu um código para confirmar seu cadastro que, assim o fez e sem se dar conta teve seu perfil invadido, com direito a troca de e-mail e tudo mais. Ela registrou o boletim de ocorrência para evitar danos futuros.


                       
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