‘Aqui formei a minha família e cresci profissionalmente, ainda quero contribuir com a cidade’, ressalta José Felicio Albano

‘Aqui formei a minha família e cresci profissionalmente, ainda quero contribuir com a cidade’, ressalta José Felicio Albano

Conversamos com José Felicio Albano, que nasceu em 1961 em Brejo Alegre, mas passou sua infância e juventude em Birigui. Começou a trabalhar com 14 anos no antigo Banco Bandeirantes, onde ficou por três anos, na sequência foi convidado por um tio para trabalhar em uma loja de móveis. Começou com 18 anos e ficou no ramo até 2007, depois dessa longa jornada trabalhou por vários anos no SAEM e na prefeitura. Casado e com dois filhos, à espera da primeira neta, José Felicio tem em seus planos iniciar em breve um novo negócio na cidade, confira na sequência a entrevista completa.

Qual a sua formação acadêmica?

Sou formado em técnico em contabilidade pelo Instituto Noroeste de Birigui, e tenho uma especialização em gestão financeira.

É casado e tem filhos?

Sou casado com a Jô, como ela é conhecida, desde 1985. Temos dois filhos, o Lucas, que mora em São Paulo e é arquiteto. Ele vai proporcionar eu ser avô, estamos esperando a nossa primeira neta. E temos uma filha, a Taise, que é engenheira mecânica, com mestrado em produção, e mora em Itu.

Como foi sua infância?

Nasci em Brejo Alegre, mas minha infância e juventude foi em Birigui. Cresci em uma casa com meus pais e três irmãos, mas com 14 anos comecei a trabalhar por meio da Polícia Mirim, como office-boy do antigo Banco Bandeirantes. Fiquei três anos, até que em 1978 a agência foi fechada na cidade. Até me convidaram para trabalhar em outra agência, mas não tive vontade de sair de perto da minha família, então não aceitei.

Qual foi seu destino?

Fui convidado para trabalhar no comércio com meu tio que abriu uma loja de móveis (Móveis e Estrela do Lar). Comecei com 18 anos, trabalhei como montador, entregador, vendedor, de tudo um pouco (risos). Trabalhei por vários anos, até que em 1984 ele quis expandir, foi quando me convidou para eu gerenciar uma loja para ele em Mirandópolis.

Porque escolheram Mirandópolis?

Meu pai e meu tio eram naquela época representantes comercial, então por eles percorrerem toda a nossa região, perceberam que Mirandópolis tinha um potencial nesse setor comercial. Então aceitei o desafio, cheguei aqui em março de 1985, inauguramos a loja em abril. Fiquei com ele até 1990, porque eu já tinha o objetivo de iniciar uma trajetória sozinho no comércio.

Como foi empreender com sua própria loja?

Monto com meus irmãos uma loja em Mirandópolis, fomos bem-sucedidos por muitos anos, paramos em 2007 quando recebemos a proposta de um empresário de Valparaíso que queria comprar o nosso ponto comercial. Mas de comércio, só em Mirandópolis, foram mais de 20 anos, uma experiência maravilhosa que guardo com muito carinho. Lembro que logo que cheguei na cidade me envolvi com a Associação Comercial, era outra época, entendo as dificuldades de hoje, mas fazíamos uma semana do consumidor que era um sucesso. Fui diretor e vice-presidente da ACIM, bons tempos.

Qual sua ocupação depois de fechar a loja?

Fui trabalhar na prefeitura, a convite do então prefeito José Antonio. Meu desafio foi fazer um trabalho no antigo DAE (Departamento de Água e Esgoto) na parte administrativa. Fiquei até 2011, fiquei dois anos fora e voltei em 2013. No ano seguinte o Chicão Momesso criou o SAEM (Serviço de Água e Esgoto de Mirandópolis), onde fui o primeiro diretor da autarquia, ficando até 2017. Na sequência vim trabalhar na prefeitura como diretor de Fiscalização, ficando até 2019.

Hoje está aposentado?

Quando você vai para outra atividade, como no meu caso foi atuar na gestão pública, você perde um pouco foco do mundo dos negócios. Mas como sai em 2019 da prefeitura, já comecei a me reciclar com cursos visando montar um comercio ainda em 2023. Conheço muito da minha área de móveis, mas devo focar em colchões e estofados. Em breve vocês terão novidades, vem coisa boa para a cidade (risos).

Qual sua participação na área social?

Sempre tive envolvimento, fui tesoureiro e vice-presidente na APAE, e até hoje de alguma forma procuramos contribuir com as promoções da entidade. Fui um dos sócios-fundador da AMAI () e sou membro ativo da Loja Maçônica Fraternidade Labor. Além disso, faço parte da Associação Recreativa Nosso Clube, onde sou um dos fundadores, para jogar um futebol e conversa afora (risos). Mirandópolis é uma cidade muito boa para morar. Vim para cá com 23 anos, estou com 61 anos, me considero mirandopolense. Gosto daqui, não me vejo morando fora de Mirandópolis, tenho um amor muito grande pela cidade.


                       
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