A guerra contra Israel

A guerra contra Israel

Foto: MAHMUD HAMS / AFP

No dia 7 de outubro, o grupo terrorista Hamas atacou covardemente civis Israelenses. Nessa data era comemorado o Yom Kipur, uma das datas comemorativas mais importantes do judaísmo. É o dia mais sagrado do calendário judaico ou, em hebraico, o “Shabat HaShabatot” (Sábado dos Sábados). Trata-se de uma data móvel, como ocorre, por exemplo, com a Páscoa dos cristãos.

Assim, o Yom Kipur é um dia dedicado ao jejum, à oração e à reflexão, ao arrependimento e ao perdão. É um dia de “não fazer”, porque nele não se deve comer ou beber, tomar banho, passar perfumes ou cremes, nem ter relações conjugais ou vestir calçados de couro (material resultante da morte de um animal).

É um dia inteiramente dedicado ao Senhor. E foi esse o dia, o dia do Perdão, escolhido pelo Hamas, para atacar Israel.

A guerra entre ambos não começou agora, a primeira guerra Árabe-Israelense ocorreu entre 30 de novembro de 1947 e 20 de julho de 1949 e pode ser dividida em duas fases: Guerra Civil do Mandato Britânico da Palestina, entre 30 de novembro de 1947 e 14 de maio de 1948; e Guerra de Independência de Israel, que se estendeu do dia 15 de maio de 1948 a 20 de julho de 1949, que ficou conhecida pelos árabes como al-Nakba (A Catástrofe). Essa guerra foi um dos muitos conflitos entre Israel e os países árabes.

O que a Bíblia fala sobre a guerra?

“Não tenham medo quando ouvirem o barulho de batalhas ou notícias de guerras. Tudo isso vai acontecer, mas ainda não será o fim. Uma nação vai guerrear contra outra, e um país atacará outro. Em vários lugares haverá falta de alimentos e tremores de terra. Essas coisas serão como as primeiras dores de parto.” – Mateus 24:6-8.

Nós nos confortamos sempre na expressão “mas ainda não será o fim”, porém, o que a Bíblia fala em específico sobre essa guerra atual?

Ezequiel 38–39 fala de uma grande batalha que ocorrerá em Israel nos “últimos dias” e que envolverá um povo de “Magogue” liderado por um rei chamado Gogue. Ezequiel descreveu que essa guerra seria travada nos “montes de Israel” contra os filhos de Israel reunidos nessas terras.

Gogue e Magogue de Ezequiel 38 e 39 não é o fim, mas sim a preparação para o cenário mundial da “angústia de Jacó”, conforme lemos em Jeremias 30:7 “Ah! Porque aquele dia é tão grande, que não houve outro semelhante; e é tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será salvo dela”. Já no novo Testamento, a preparação para o período de tribulação é o princípio de dores (Mt.24:8), que envolve guerras, rumores de guerra, fome, pestes e terremotos (Mt.24:1-7) e em que a profecia bíblica se impõe ao intérprete.

Em Ezequiel 36, o Senhor diz que trará o povo exilado de volta, em Ezequiel 37, fala dos ossos secos, o Holocausto, daí depois do Holocausto vem Gogue e Magogue, e essa narrativa, segundo a Bíblia se refere a Rússia e seus aliados contra Israel.

Estamos vivendo os últimos dias descritos na Bíblia, independente das referências ou comparações, é visível o começo do fim.

E qual a importância disso? 

É simplesmente Deus nos dando um aviso: “Volte para Mim enquanto é tempo”. Não vale a pena perder a Salvação, Deus está nos avisando do fim, vamos nos despertar!

Sobre a guerra de Israel a Bíblia nos ordena: “Orem para que haja paz em Jerusalém.“ – Salmos 122:6.


                       
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